Título: Deixe a Neve Cair (Let It Snow).
Autores: John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle
Páginas: 335
Ano de Lançamento: 2013
Avaliação:




Deixe a Neve Cair é divido em três contos, cada um escrito por um autor. O livro inicia-se com o conto de Maureen Johnson: O Expresso Jubileu. Nesse, primeiro conto conhecemos a história da jovem Jubileu, (sim, o nome dela é esse mesmo e autora até tenta dar um ar engraçado a situação) que tem seu Natal estragado pelos pais, que foram presos por causa de uma confusão em uma loja da Flobie, uma empresa responsável pela fabricação miniaturas natalinas colecionáveis.
O que Jubileu, achava que seria um natal agradável ao lado da família e do namorado acaba se tornando em uma viagem frustada para a Flórida, afim de passar o Natal com os avós. emburrada e contrariada, ela se vê dentro de um trem a caminho da cidadezinha de Gracetown, onde se inicia o primeiro dos contos. Devido a nevasca, o trem acaba ficando preso em um trecho da estrada e Jubileu se vê presa, sozinha e rodeada de um cara estranho e um bando de lideres de torcidas. Chateada e sem previsão de partida, a menina então resolve descer e ir em direção a cidade dando vazão para o andamento dos demais e para que a magia comece.
No segundo conto de John Green: O Milagre da Torcida de Natal, conhecemos Tobin e seus amigos, que estão prontos para passar toda a véspera de Natal assistindo uma maratona de filmes do James Bond. Até que eles recebem uma ligação de um amigo, dizendo que na Waffle House onde ele trabalha está cheio de líderes de torcida. Tobin não hesita em aceitar o convite de ir para a Waffle House e se divertir um pouquinho com as garotas. O último conto, de Lauren Myracle: O Santo Padroeiro dos Porcos), vai contar com Addie como protagonista. Ela está de coração partido, pois terminou com o namorado, e está passando por um momento terrível na sua vida. Com a ajuda das amigas, ela vai tentar passar por isso e esquecer Jeb. Se ele ao menos tivesse ido se encontrar com ela na Starbucks como havia marcado... Mas agora Addie tem uma missão: buscar o miniporco de Tegan na Pet World, pois aquilo significa muito para a amiga, e com isso ela irá provar que não é uma egoísta e que consegue pensar nos outros.
Os Protagonistas começando por Jubileu, apesar de meio desligada, foi muito divertida. Tinha um certo problema com o namorado, porque apesar de ver a maneira fria como ele a tratava na maioria das vezes, ela tentava ignorar isso. Tobin tem um fraco por líderes de torcida, por isso não hesitou em dizer sim quando Keun o chamou para a Waffle House. Eu comecei a me divertir com ele e os amigos mesmo foi lá para o final do conto, e ele não foi um personagem tão bom assim (não é ruim, só é mais um). Addie estava vivendo “mais um drama”, devido ao seu término com Jeb. Quando ele não apareceu ao encontro na Starbucks, ela deu a louca, foi no cabeleireiro, cortou o cabelo e pintou de rosa. Apesar de todo aquele draminha, que ela logo tenta substituir pela busca pelo miniporco, eu gostei dela. Era divertida, apesar das divergências de emoções.
Personagens Secundários: Jubileu conhece Stuart na Waffle House, e posso dizer que eles se deram bem de cara. Ele foi um amor e eu gostei muito dele. JP e Duke são os amigos de Tobin (JP é um menino e Duke é uma menina). Duke é chamada assim por ter sido confundida com um menino uma vez, e o apelido acabou pegando. E ela realmente não se importa com roupas e maquiagens como a maioria das meninas, mas odeia quando os amigos a tratam como se ela não fosse uma. Eu gostei muito dela, uma das minhas personagens favoritas nos três contos. Tegan e Dorrie são as amigas de Addie, que estão lá tentando fazer a amiga esquecer Jeb. E, claro, os protagonistas também são personagens secundários, se pensarmos bem, porque eles aparecem nos contos um do outro. E, não me esquecendo, também temos o Homem Alumínio, um cara na casa dos quarenta anos que não sai de casa sem sua roupa de alumínio, mesmo com uma nevasca daquelas. Ele era meio maluco, mas engraçado.
São histórias bem divertidas e boas para passar o tempo, nada de mais, nada inovador, mas que trarão alegria e aquele espírito natalino. John Green era o único autor que eu conhecia dali, e mesmo ele sendo meu queridinho, seu conto foi o que eu menos gostei. Não que seja ruim, foi muito bom, mas não senti a mesma emoção que senti ao ler os outros dois. O de Maureen Johnson com certeza foi meu favorito. É um livro bem divertido! Os contos foram entrelaçados de uma maneira bem bacana e os personagens são bem legais, as paginas parecem virar sozinhas. E certamente, ao final da leitura você estará contagiada (o) pela magia do natal.
Espero que vocês gostem da resenha e leiam o livro. E quem já leu, não esquece de comentar e contribuir com a sua opinião.
Obrigada por tudo, pessoal!
Beijo



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